Ele residia no final da Rua Manoel Maia. Uma das filhas do idoso contou que ele tinha febre e muitas dores pelo corpo. “Ele sentia muita dor”, disse ela, ao revelar que o seu pai já vinha com a saúde um pouca fragilizada em função de um abalo emocional decorrente da morte recente de um filho em um acidente de moto, mas a virose, conforme ela, precipitou o agravamento do quadro. Seu enterro está previsto para a manhã desta sexta-feira.
De fevereiro até agora já foram 21 mortes em Itaporanga, das quais, ao menos 15, relacionadas à epidemia viral que castiga a cidade, onde quase toda a população já foi contaminada. O poder público, em todos os níveis, ignora o problema: faltam ações efetivas de combate ao mosquito e melhores condições hospitalares para o enfrentamento clínico das doenças. Outra questão é que os óbitos não estão sendo investigados nem notificados.
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