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terça-feira, 15 de março de 2016

Lula ironiza tríplex: ‘Era pequeno, Minha Casa Minha Vida’

Publicamente Lula nega ser o proprietário do tríplex no edifício Solaris, no Guarujá, embora os investigadores da Lava Jato não tenham dúvida quanto à titularidade do apartamento.

lulaDepois de ter prestado depoimento por quase quatro horas no último dia 4 no processo que o envolve no escândalo do petrolão, o ex-presidente Lula fez praticamente um comício para a militância, desqualificou as autoridades e desafiou os investigadores da Lava Jato com o novo bordão: “a jararaca está viva”. Como tem feito desde que ascendeu à Presidência da República, ironiza o que considera privilégios das elites e ataca meios de comunicação. Mas como prova de que o discurso do petista nem sempre tem consistência com a realidade, o petista reclamou diretamente para o empreiteiro Leo Pinheiro, da construtora OAS, sobre a suposta simplicidade do imóvel e comparou o apartamento de luxo a uma unidade habitacional do programa popular Minha Casa Minha Vida.
Conforme revelou VEJA, o refúgio da família Lula da Silva no Guarujá é um tríplex de 297 metros quadrados, três quartos, suíte, cinco banheiros, dependência de empregada, sala de estar, sala de TV e área de festas com sauna e piscina na cobertura. Segundo as investigações da Lava Jato, por ordem de Lula, o imóvel foi amplamente reformado, com a instalação de um elevador privativo, porcelanato e acabamento de gesso refeitos, planta interna modificada e tudo bancado pela OAS.
Na versão apresentada pelo petista à Polícia Federal, a configuração inicial do tríplex não era o suficiente para abrigar a esposa e os filhos. A reclamação sobre as instalações foi direcionada ao amigo Leo Pinheiro. “Quando eu fui a primeira vez, eu disse ao Leo que o prédio era inadequado porque além de ser pequeno, um tríplex de 215 metros é um tríplex ‘Minha Casa, Minha Vida’, era pequeno”, relatou o ex-presidente.
“Isso é bom ou é ruim?”, questiona o delegado Luciano Flores de Lima. A resposta de Lula: “Era muito pequeno, os quartos, era a escada muito, muito… Eu falei ‘Leo, é inadequado, para um velho como eu, é inadequado.” Na sequência, o petista disse que o empreiteiro Leo Pinheiro se comprometeu a “pensar um projeto” para agradar o amigo.
Em janeiro, a Operação Lava Jato deflagrou a fase batizada de Triplo X e anunciou fazer uma varredura em todos os apartamentos do condomínio Solaris, no Guarujá, onde a empreiteira OAS, investigada por participar do petrolão, assumiu a construção dos imóveis após um calote da Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. A cooperativa deu calote em seus associados enquanto desviava recursos para os cofres do PT, quebrou em 2006 e deixou quase 3 000 famílias sem seus imóveis, enquanto petistas graúdos, como o ex-presidente Lula, receberam seus apartamentos.
A Polícia Federal lista como objeto de possíveis irregularidades “manobras financeiras e comerciais complexas envolvendo a empreiteira OAS, a cooperativa Bancoop e pessoas vinculadas a esta última e ao Partido dos Trabalhadores” e diz que “unidades do condomínio Solaris, localizado na Av. Gal. Monteiro de Barros, 638, em Guarujá-SP, podem ter sido repassadas a título de propina pela OAS em troca de benesses junto aos contratos da Petrobras”.
Publicamente Lula nega ser o proprietário do tríplex no edifício Solaris, no Guarujá, embora os investigadores da Lava Jato não tenham dúvida quanto à titularidade do apartamento. Desta vez, no depoimento prestado em 4 de março, ele apresentou mais uma explicação esdrúxula sobre o motivo de supostamente ter desistido de quitar o bem – a ex-primeira-dama Marisa Letícia é dona de cotas de um apartamento no mesmo edifício. “Uma das razões é porque eu cheguei à conclusão que seria inútil pra mim um apartamento na praia, eu só poderia frequentar a praia Dia de Finados, se tivesse chovendo. Então eu tomei a decisão de não ficar com o apartamento”, disse Lula.
O ex-petista chegou a classificar as suspeitas envolvendo o apartamento no Guarujá a uma “sacanagem homérica”. “Eu acho que eu estou participando do caso mais complicado da história jurídica do Brasil, porque tenho um apartamento que não é meu, eu não paguei. (…) A Polícia Federal inventa a história do tríplex que foi uma sacanagem homérica, inventa história de tríplex, inventa a história de uma offshore do Panamá que veio pra cá, que tinha vendido o prédio, toda uma história pra tentar me ligar à Lava Jato, toda uma história pra me ligar à Lava Jato, porque foi essa a história do triplex”, afirmou o petista no depoimento.
Veja

segunda-feira, 7 de março de 2016

BEIRA DA MORTE? Vereador denuncia que hospital regional no Sertão deve mais de um milhão a fornecedores

 

A BEIRA DA MORTE? Vereador denuncia que hospital regional no Sertão deve mais de um milhão a fornecedores
O vereador Ary Nunes (PHS) alertou em seu facebook que o Hospital Regional de Catolé do Rocha tem débito superior à um milhão de reais com seus fornecedores. Ele pediu que o Governo do Estado providencie resolução para esse problema. Só a cooperativa de leite da cidade, repassou ao nosso BLOG que os débitos são de mais de dois mil litros do produto, a chamada Catoleite disse que vai procurar meios de receber o valor.

Confiram a postagem do vereador:

ALERTA! 

HOSPITAL A BEIRA DA MORTE !!! 

O Hospital Regional de Catolé do Rocha Dr.Américo Maia de Vasconcelos vem passando por uma fase complicada, precisando com urgência urgentíssima que sejam tomadas as providências por parte do governo estadual para não chegar ao pior.O que não será bom para a população de Catolé e região e desgastante para o próprio governo, pois ameaçam em parar o fornecimento. A denuncia foi relatada pelo blogueiro Clinton Medeiros que acompanha a política no Sertão da Paraíba. 

A administração vem fazendo o possível para manter o atendimento mais acontece que já passa de (1.000.000.00) hum milhão de reais o débito com os fornecedores, debito que foi iniciado na gestão passada e que vem acumulando até hoje pelo fato do repasse ser menor que a despesa. (repasse 100,000,00 mês, e despesa 160,000,00 ) 

A dias que a minha preocupação vem aumentando com a situação. já enviei requerimentos ao setor competente, já cobrei dos deputados representantes de nossa região.e nada foi resolvido. 

E mais uma vez faço o apelo para os agentes do governo e o setor competente, no sentido de carrear recursos com destino de liquidar os débitos existentes, para assim prosseguir e dá um melhor atendimento ao povo de Catolé e região.

PB Agora

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Deputado aliado de Coutinho faz pouco caso de pedido de socorro por Itaporanga e até “ironiza”

 

              Por Redação da Folha – Em participação no programa do radialista Antônio Malvino, em uma cadeia estadual de rádio, nessa sexta-feira, 19, o jornalista Sousa Neto, representando a fundação humanitária José Francisco de Sousa, fez um pedido público de socorro em prol de Itaporanga, diante da calamidade que a cidade enfrenta pela falta d’água e pela grave epidemia de doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypty que já afetou metade da população.
                Sem respostas do governo com relação à falta d’água, que afeta a cidade inteira, e diante do caos humanitário gerado por centenas e milhares de doentes sem atendimento hospitalar adequado, inclusive já com suspeita de óbito, o jornalista mostrou a atual realidade de Itaporanga como meio de pressionar o governo estadual a reagir, mas, a depender da resposta dada por um aliado do governador Coutinho, a omissão vai continuar.
                No momento da participação, quem estava sendo entrevistado era o deputado estadual Ricardo Barbosa, aliado político do governador. O paramentar estadual tentou pôr em dúvida a veracidade dos fatos narrados pelo jornalista, fez pouco caso das questões levadas a público e disse que se tratava de uma fala política e leviana.
                Sem tratar seriamente o problema, mas intencionado a somente defender o governo, Ricardo Barbosa chegou a falar algo que pareceu, para muita gente, uma ironia diante da grave situação que vive a cidade neste momento. O deputado disse que Itaporanga era uma cidade importante, tanto que tinha prédios grandes e caros como em João Pessoa. “Realmente, Itaporanga é importante, menos para o governo, que deixou a cidade sem água e doente por sua negligência”, lamentou um cidadão que ouviu o programa e desabafou em uma rede social.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Vale dos Dinossauros está abandonado, obra de reforma está paralisada. Vídeo exclusivo!


O secretário de turismo, Carlos Harlen, disse que foi liberado novo recurso e a empresa deverá retomar obras nos próximos dias

Internautas do Portal e TV Online Diário do Sertão fizeram uma visita ao Vale dos Dinossauros, na cidade de Sousa ficaram impressionados com o abandono do local que [e um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo.


A réplica do Tiranossauro Rex já está destruída, vias de acessos cobertos pelo matagal, centenas de paralelepípedos espalhados na entrada, montes de areia, entre outras irregularidades. 

Após sair do Vale, família tirou fotos com as réplicas de Dinossauros espalhados pela cidade (foto: DS)

O sousense Elinaldo Ferreira, que mora em São Paulo, veio à cidade de Sousa para visitar a família e aproveitou para visitar o Vale Dos Dinossauros, porém disse que ficou decepcionado com o que viu. 

"Fiquei decepcionado com a situação que se encontra o Vale. Foi melhor visitar a cidade que tem mais Dinossauros do que o próprio Vale. Faço um apelo aos governantes para zelar por esse patrimônio historio, pois, eu sinceramente esperava muito mais do que eu vi ali", disse Elinaldo.


A reforma
O Vale dos Dinossauros, principal ponto turístico da cidade de Sousa no Sertão paraibano, foi reaberto após reformas feitas pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), órgão do Governo da Paraíba, com patrocínio da Petrobrás. O custo total do projeto é de R$ 1,3 milhão, sendo R$ 900 mil patrocinado pela Petrobras.
A área que fica a cerca de 7 km do Centro de Sousa, abriga trilhas de pegadas de dinossauros e uma grande reserva técnica de pedaços fossilizados.

A direção
De acordo com a vice-diretora do Vale dos Dinossauros, Kátia Gonçalves, já foram retirados os montes de areia da entrada, porém a obra se encontra paralisada por conta da prefeitura municipal. "É uma verba federal que vem para prefeitura que paralisou a obra, eles disseram que a verba veio só pela metade", destacou.

Outro lado
Em contato com a reportagem do Diário do Sertão, o secretário de Turismo, Carlos Harlen Marques, afirmou que o governo federal repassou apenas R$ 100 mil para empresa responsável pela reforma, porém, no final do mês de novembro foi liberado novo recurso e a empresa deverá retomar as obras nos próximos dias. 

"Os recursos são liberados de acordo com a execução da obra, e são medidos pela Caixa que fiscaliza a obra , não há repasse de recurso antecipado para a prefeitura", destacou o secretário.

DIÁRIO DO SERTÃO