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sexta-feira, 4 de março de 2016

Saúde da Paraíba já notificou 810 casos suspeitos de microcefalia em 2016; 316 casos em JP

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) notificou, até a oitava semana epidemiológica de 2016, 810 casos suspeitos de microcefalia, distribuídos em 128 municípios. Desse total de notificações, 63 casos foram confirmados, 306 foram descartados para microcefalia relacionada à infecção congênita e 441 estão sob investigação.

Os municípios com maior número de casos notificados são João Pessoa (316), Patos (37), Bayeux (25), Sapé (22) e Conde (19). Os 63 casos confirmados de microcefalia estão distribuídos em 29 municípios do Estado, sendo os mais atingidos: João Pessoa (19), Cabedelo (4), Cacimba de Dentro (4), Campina Grande (3), Conde (3), Santa Rita (3) e Juazeirinho (3).

Dos casos notificados na Paraíba, 20 evoluíram para óbito nos municípios de João Pessoa (4), Santa Rita (2), Sapé (2), São João do Rio do Peixe (1), Cacimbas (1), Campina Grande (1), Conde (1), Juazeirinho (1), Nova Olinda (1), Parari (1), Piancó (1), Santa Inês (1), São Bento (1), São João do Tigre (1) e São Miguel de Taipu (1).

De acordo com orientações do Ministério da Saúde, considera-se que todos os casos confirmados estão relacionados à infecção congênita. Todos os casos são avaliados individualmente e submetidos a um conjunto de exames de diagnóstico laboratorial e por imagem.

Para outros esclarecimentos, deve-se entrar em contato com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), por meio do endereço eletrônico: cievs.pb@gmail.com ou pelo telefone: 0800-281-0023.

Ações – O Governo do Estado, por meio da SES, encerrou em 29 de fevereiro o 1º ciclo de visitas a imóveis na Paraíba para combater o mosquito Aedes aegypti. De acordo com o Relatório de Acompanhamento de Visitas aos Imóveis, desde o dia 4 de janeiro deste ano foram identificados 48.255,730 focos do Aedes aegypti em 221 municípios.

Os ciclos de visitas são planejados, ininterruptamente, de forma que a totalidade dos imóveis seja inspecionada de acordo com o seguinte cronograma: O 1º ciclo foi concluído em 29 de fevereiro; o 2º ciclo será concluído até 31 de março, o 3º ciclo, até 30 de abril, e o 4º ciclo, terá sua conclusão até 30 de junho deste ano.

Para intensificar as atividades, o Estado conta com o apoio de profissionais do Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros, Marinha do Brasil, Polícia Militar, além dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Endemias. A equipe é dividida em duplas que visitam casa a casa, conversam com os moradores a respeito das formas de prevenção e ainda fazem vistoria nos quintais, jardins e até terrenos baldios. O objetivo é detectar e exterminar criadouros e focos do mosquito.

O trabalho com o Exército vem sendo realizado nos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Santa Rita e Bayeux. Com o Corpo de Bombeiros, a atividade está acontecendo nos municípios de Alhandra, Conde, Malta e Monteiro. Nos demais municípios, as visitas são realizadas pelos Agentes de Controle de Endemias (ACE).

O horário de atuação das equipes do Exército e Bombeiros está acontecendo em dias úteis, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30.


Secom

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

RC se reúne com Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA sobre microcefalia

O governador Ricardo Coutinho se reuniu, nesta segunda-feira (15), com representantes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Governo dos Estados Unidos (CDC) para discutir as estratégias nas pesquisas relacionadas à microcefalia na Paraíba. A proposta do estudo, pioneiro no Brasil, é realizar um monitoramento de mães e bebês, com e sem microcefalia, com o objetivo de buscar entender qual a influência de fatores ambientais possam ter alguma relação com a doença.


Também participaram da reunião a vice-governadora Lígia Feliciano, a secretária da Saúde, Roberta Abath, a coordenadora da Rede de Cardiologia Pediátrica da Paraíba, Sandra Mattos, o diretor de comunicação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Governo dos Estados Unidos, Dave Daigle, o médico do CDC, Fernando Arena, além de outras autoridades na área da saúde.


O monitoramento de mães e bebês, com e sem microcefalia, na Paraíba será feito por meio de uma coleta de dados e exames em cerca de 150 crianças com microcefalia, além de aproximadamente 400 bebês saudáveis e suas respectivas mães. As cidades onde a pesquisa será realizada, bem como os casos selecionados para fazer parte da pesquisa, serão definidos pela Secretaria de Saúde após uma nova reunião com o Ministério da Saúde.


O governador Ricardo Coutinho enfatizou que o Estado está sendo pioneiro nas pesquisas em relação à microcefalia. “Buscamos dar respostas concretas à população. Temos uma equipe preparada que desenvolve um excelente trabalho e já traz resultados, como a pesquisa feita pela Rede de Cardiologia Pediátrica, que estudou 16 mil casos de microcefalia e descobriu que nem todas as situações têm relação com o zika vírus. Vamos junto com o Ministério da Saúde e o CDC definir encaminhamentos para mais uma pesquisa pioneira feita aqui no Estado. Dessa forma, em pouco tempo, esperamos trazer respostas para os questionamentos sobre a microcefalia”, disse.


Ricardo ainda esclareceu que a Paraíba vai participar ativamente de todas as etapas do estudo que será realizado em parceria com o CDC dos Estados Unidos. “A Paraíba terá uma gerência, ligada à Rede de Cardiologia Pediátrica, que comandará a coleta e outras funções que caibam a nós. Vamos estar presentes em todos os aspectos da pesquisa, temos uma equipe de vigilância em saúde eficiente e que está disposta a colaborar em tudo. A medicina e ciência são feitas de evidências e os estudos estão justamente, buscando estas evidências concretas”, frisou.


“Através dessa pesquisa teremos a possibilidade de conhecer mais sobre a microcefalia, e só assim saberemos como lidar melhor com ela. Não tenho dúvidas que somos pioneiros com este estudo e em breve, teremos respostas a dar para o Brasil e para o mundo”, enfatizou a secretária de Saúde, Roberta Abath.


Secom

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Surto de microcefalia no Nordeste afeta turismo e Carnaval

Foram confirmados 401 casos da doença. Confira as medidas adotadas em cada Estado

Juca Guimarães, do R7
Dia 13 de fevereiro, o exército vai ajudar no combate ao mosquito EPA
  Para manter o turismo em alta neste verão, os Estados do Nordeste declararam guerra ao mosquito Aedes aegypti (transmissor do zika vírus, que pode causar a microcefalia). Dos 404 casos confirmados de microcefalia pelo ministério da Saúde este ano, 401 foram em Estados do Nordeste e 17 deles estão relacionados ao zika vírus.
Apenas Maranhão e Sergipe não tiveram nenhum caso de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central. Foram 153 casos em Pernambuco, 99 casos na Bahia, 63 casos no Rio Grande do Norte, 37 casos na Paraíba e 23 casos no Piauí.
No dia 13 de fevereiro, em todos os Estados, haverá uma grande mobilização contra o Aedes egypti com o apoio das Forças Armadas. Neste dia, 356 municípios receberão um efetivo de 220 mil militares que vão ajudar na identificação e eliminação de focos dos mosquitos.
Para o Carnaval, a secretaria estadual de Saúde de Pernambuco imprimiu 50 mil panfletos bílingue com dicas para evitar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as orientações estão o descarte correto do lixo e o tratamento de água parada. O lema da campanha é "Carnaval sem mosquito, você sem risco".  Em Recife, a venda de fantasias para o Carnaval de rua e a ocupação de imóveis para alugar por temporada caíram.
No Rio Grande do Norte, o Governo Estadual decidiu lançar um aplicativo para smartphone com orientações sobre o combate ao mosquito. O aplicativo chamado "Aedes na mira do RN" permite que sejam feitas denúncias de locais com possíveis focos do mosquito. A secretaria estadual de Saúde criou também uma central de atendimento telefônico para gestantes.
A Paraíba criou um aplicartivo de denúncias de foco do mosquito para smartphone e tablets. "Estamos trabalhando com o desconhecido e, por isso, um dos eixos do Plano de Combate ao Aedes Aegypti da Paraíba é a pesquisa. De qualquer forma, o mais importante é a prevenção no combate ao vetor", disse Roberta Abath, secretária estadual de Saúde da Paraíba.
No Piauí, foi criado um plano de monitoramento das ações de combate ao Aedes em todos os municípios do Estado. As equipes de Saúde visitaram 360 imóveis e em 14,2 mil deles foram encontrados focos do mosquito. Também foi alterado o fluxograma de atendimento às gestantes na rede pública de saúde para facilitar a identificação e notificação de casos de microcefalia.
Na Bahia, o governo está usando mosquitos transgênicos para reduzir a contaminação. A secretaria estadual de Saúde criou o aplicativo "caça-mosquito" para mapear locais de foco com a ajuda da população, que pode fazer denúncias anônimas.
Em Alagoas, onde foram confirmados 15 casos de microcefalia este ano, o Governo Estadual decidiu intensificar as campanhas de conscientização da população. A secretária estadual de Saúde, Rozangela Wyszomirska, fez um apelo para que os alagoanos mantenham fechadas as tampas dos reservatórios de água.
R7

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

MÉDICA PARAIBANA DE CAMPINA GRANDE DESCOBRE A CAUSA DA MICROCEFALIA

A médica Adriana Melo tem 45 anos e trabalha há 16 no setor de medicina fetal do Isea, a principal maternidade pública de Campina Grande. Entre outubro e novembro do ano passado, compartilhou a angústia de duas pacientes grávidas de bebês que nasceriam com microcefalia. A ela a medicina deve o estabelecimento da relação entre o vírus zika e a má formação do cérebro de milhares de crianças. Não é pouca coisa, nem foi fácil.

Desde agosto, médicos do Nordeste quebravam a cabeça para saber o que estava acontecendo, e a rede pública de Pernambuco alertou para a suspeita da conexão entre o vírus e a anomalia nos bebês. Adriana Melo suspeitou que se estava diante de um novo padrão de microcefalia: “Eu nunca tinha visto casos de destruição do cérebro dos fetos com tamanha virulência”.

Havia uma pista: todas as pacientes tiveram manchas vermelhas na pele e coceiras durante as primeiras semanas da gravidez. Quando a doutora Adriana começou sua caminhada, havia no mundo apenas a suspeita da relação entre casos de microcefalia e o zika. O vírus se tornara epidêmico na Polinésia em 2014. No Brasil, sabia-se apenas que o número de bebês que nasciam com essa anomalia vinha aumentando, sobretudo no Nordeste. O zika era visto ainda como uma modalidade branda de dengue.

O governo da Paraíba custeou a viagem das duas mulheres para serem examinadas em São Paulo, e em novembro, por iniciativa de Adriana Melo, a Fiocruz recebeu material colhido nas pacientes. Em poucos dias, bateu o martelo. Duas semanas depois, o Ministério da Saúde decretou uma emergência sanitária. Haviam-se passado três meses desde o aparecimento das primeiras suspeitas.

O sistema de vigilância epidemiológica nacional dormiu no ponto. Nada de novo. Quando Oswaldo Cruz, baseado em pesquisas americanas feitas em Cuba, quis combater a febre amarela atacando o Aedes aegypti, a burocracia da Saúde e alguns marqueses da medicina duvidaram dele. A febre era coisa do clima, logo, culpa do Padre Eterno. No caso da doutora Adriana Melo sucedia algo semelhante. Ela dizia algo novo, o zika tinha relação com casos de microcefalia, portanto o problema estaria no maldito do mosquito, nada a ver com a alimentação da mãe ou até mesmo com consumo de drogas.

Apesar da tonitruância da decretação de emergência (sem que se saiba o que isso significa na vida real), o Ministério da Saúde procura tranquilizar a população: nem todas as mulheres que tiveram zika terão bebês microcéfalos, assim como nem todos os Aedes aegypti que andam por aí transmitem zika. Tudo bem, mas em 2014 o Brasil teve 147 casos de microcefalia. Admita-se que esse número esteja contaminado por uma subnotificação, Fique-se com o dobro, seriam 294. Em apenas quatro meses, os casos suspeitos já chegaram a 3.893. Segundo a Fiocruz, os registros poderão chegar a 16 mil neste ano. A última desgraça envolvendo mulheres grávidas deu-se no século passado, quando gestantes que tomaram o remédio talidomida pariram bebês defeituosos. Em todo o mundo, afetou 10 mil nascituros num período de cerca de cinco anos.

Dentro do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, o Ministério da Saúde baixou uma Diretriz para Estimulação Precoce para crianças que nascem com microcefalia. Ele relaciona-se com o Plano Viver Sem Limite e com a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, que por sua vez são contemporâneos do Programa de Aceleração do Crescimento. Fica combinado assim.

A doutora Adriana tem doutorado pela Unicamp, seu salário é de R$ 3.800 mensais por 20 horas de trabalho semanais. Com bonificações de produtividade pode chegar a R$ 6 mil. Mantém uma clínica privada onde ganha mais trabalhando menos. A maternidade do Isea só atende pelo SUS (sem segunda porta), e na equipe de medicina fetal há quatro médicos. Desde que ela saiu por aí para confirmar a relação entre o zika e a microcefalia, recebeu críticas, muxoxos e silêncios. Ajuda, só da prefeitura da cidade e do fabricante de equipamentos Samsung, que doou um aparelho de ultrassonografia à maternidade. A rede pública de Campina Grande (680 mil habitantes) não tem máquina de ressonância magnética. Quando lhe perguntam o que precisa para facilitar seu serviço no Isea, responde: “Recursos para pesquisas”.


Por Elio Gaspari
blogdoraulfigueiredo
A médica Adriana Melo tem 45 anos e trabalha há 16 no setor de medicina fetal do Isea, a principal maternidade pública de Campina Grande. Entre outubro e novembro do ano passado, compartilhou a angústia de duas pacientes grávidas de bebês que nasceriam com microcefalia. A ela a medicina deve o estabelecimento da relação entre o vírus zika e a má formação do cérebro de milhares de crianças. Não é pouca coisa, nem foi fácil.

Desde agosto, médicos do Nordeste quebravam a cabeça para saber o que estava acontecendo, e a rede pública de Pernambuco alertou para a suspeita da conexão entre o vírus e a anomalia nos bebês. Adriana Melo suspeitou que se estava diante de um novo padrão de microcefalia: “Eu nunca tinha visto casos de destruição do cérebro dos fetos com tamanha virulência”.

Havia uma pista: todas as pacientes tiveram manchas vermelhas na pele e coceiras durante as primeiras semanas da gravidez. Quando a doutora Adriana começou sua caminhada, havia no mundo apenas a suspeita da relação entre casos de microcefalia e o zika. O vírus se tornara epidêmico na Polinésia em 2014. No Brasil, sabia-se apenas que o número de bebês que nasciam com essa anomalia vinha aumentando, sobretudo no Nordeste. O zika era visto ainda como uma modalidade branda de dengue.

O governo da Paraíba custeou a viagem das duas mulheres para serem examinadas em São Paulo, e em novembro, por iniciativa de Adriana Melo, a Fiocruz recebeu material colhido nas pacientes. Em poucos dias, bateu o martelo. Duas semanas depois, o Ministério da Saúde decretou uma emergência sanitária. Haviam-se passado três meses desde o aparecimento das primeiras suspeitas.

O sistema de vigilância epidemiológica nacional dormiu no ponto. Nada de novo. Quando Oswaldo Cruz, baseado em pesquisas americanas feitas em Cuba, quis combater a febre amarela atacando o Aedes aegypti, a burocracia da Saúde e alguns marqueses da medicina duvidaram dele. A febre era coisa do clima, logo, culpa do Padre Eterno. No caso da doutora Adriana Melo sucedia algo semelhante. Ela dizia algo novo, o zika tinha relação com casos de microcefalia, portanto o problema estaria no maldito do mosquito, nada a ver com a alimentação da mãe ou até mesmo com consumo de drogas.

Apesar da tonitruância da decretação de emergência (sem que se saiba o que isso significa na vida real), o Ministério da Saúde procura tranquilizar a população: nem todas as mulheres que tiveram zika terão bebês microcéfalos, assim como nem todos os Aedes aegypti que andam por aí transmitem zika. Tudo bem, mas em 2014 o Brasil teve 147 casos de microcefalia. Admita-se que esse número esteja contaminado por uma subnotificação, Fique-se com o dobro, seriam 294. Em apenas quatro meses, os casos suspeitos já chegaram a 3.893. Segundo a Fiocruz, os registros poderão chegar a 16 mil neste ano. A última desgraça envolvendo mulheres grávidas deu-se no século passado, quando gestantes que tomaram o remédio talidomida pariram bebês defeituosos. Em todo o mundo, afetou 10 mil nascituros num período de cerca de cinco anos.

Dentro do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, o Ministério da Saúde baixou uma Diretriz para Estimulação Precoce para crianças que nascem com microcefalia. Ele relaciona-se com o Plano Viver Sem Limite e com a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, que por sua vez são contemporâneos do Programa de Aceleração do Crescimento. Fica combinado assim.

A doutora Adriana tem doutorado pela Unicamp, seu salário é de R$ 3.800 mensais por 20 horas de trabalho semanais. Com bonificações de produtividade pode chegar a R$ 6 mil. Mantém uma clínica privada onde ganha mais trabalhando menos. A maternidade do Isea só atende pelo SUS (sem segunda porta), e na equipe de medicina fetal há quatro médicos. Desde que ela saiu por aí para confirmar a relação entre o zika e a microcefalia, recebeu críticas, muxoxos e silêncios. Ajuda, só da prefeitura da cidade e do fabricante de equipamentos Samsung, que doou um aparelho de ultrassonografia à maternidade. A rede pública de Campina Grande (680 mil habitantes) não tem máquina de ressonância magnética. Quando lhe perguntam o que precisa para facilitar seu serviço no Isea, responde: “Recursos para pesquisas”.


Por Elio Gaspari
blogdoraulfigueiredo