A maioria da população, que é pobre, está com grandes dificuldades para ter acesso à água. Há queixas com
A grande procura por água tem movimentado o mercado do líquido, que se torna cada vez mais caro. Com as autoridades judiciárias e da ordem econômica alheias ao problema, alguns aproveitam para lucrar bastante com a venda de água e os preços são os maiores possíveis. Muita dessa água vendida nas portas é retirada dos próprios poços públicos. “É caro, mas, se não fossem esses carros-pipas particulares, a coisa estava pior ainda”, defende um comerciante local.
Há duas semanas, uma máquina perfuratriz do governo estadual abriu alguns poços na cidade, mas falta bomba para a captação da água, o que seria de responsabilidade do poder público municipal. Um desses poços está localizado entre o conjunto Chagas Soares e loteamento Balduino de Carvalho. “Temos um poço aqui com uma vasão de 3 mil litros d’água, mas o povo é passando sede, porque não pode tirar água do poço porque a Prefeitura ainda não instalou a bomba”, disse revoltado um morador da área.
A falta de uma quantidade mínima d’água para a higiene pessoal e doméstica deve favorecer o surgimento de diversas doenças, com consequências maiores para crianças, idosos e portadores de deficiência física. Governo e Cagepa permanecem omissos quanto a adutora emercencial de Nova Olinda para Itaporanga, único meio capaz de resolver o problema da cidade. Fotos (Folha): sofrimento atinge milhares de pessoas, mas idosos e deficientes são os mais penalizados.
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